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Manifestantes trocam nome de estação de São Paulo pelo do ambulante morto no metrô

Aconteceu hoje (30) em São Paulo um ato em homenagem ao ambulante Luiz Carlos Ruas, 54, na estação Pedro 2º do metrô de São Paulo.
Ruas morreu na noite do último domingo (25) depois de receber uma série de socos e pontapés desferidos por dois homens. Segundo as investigações, o ambulante tentava defender uma travesti do ataque da dupla.
 
O ato foi organizado pela Pastoral de Rua, ligada à Igreja Católica, e por movimentos sociais e teve a participação ainda de familiares do vendedor assassinado. Eles colocaram adesivos com o nome de Ruas como forma de rebatizar a estação, de forma simbólica, e protestaram contra a falta de seguranças nas estações.
 
No dia do crime, por exemplo, não havia agentes de segurança no interior da Pedro 2º, como admitiu, em nota, o próprio Metrô. Por outro lado, a companhia e o governador Geraldo Alckmin (PSDB) enfatizaram nesta semana que o número de agentes de segurança –cerca de 1.100, para todas as 64 estações é adequado.
 
O ato foi pacífico até um grupo de manifestantes tentar realizar um "catracaço", pulando as catracas da estação. Eles foram impedidos por seguranças. A Tropa de Choque da Polícia Militar também esteve no local. Ninguém foi preso.
 
Para o autônomo Wesley Parreira, a manifestção é importante para mostrar para a administração do metrô e para as pessoas de São Paulo que o sacrifício do Índio não foi em vão.

"É muito importante valorizar os aliados da nossa causa", ressaltou Parreira.

 

 

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